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O QUE E CONJUNTIVITE ?

A conjuntivite é uma doença que se caracteriza pela inflamação da conjuntiva, causada por agentes tóxicos, alergias, bactérias ou vírus. A conjuntiva é a membrana transparente que recobre o globo ocular e a parte interna da pálpebra. A conjuntivite viral é altamente contagiosa, freqüente no verão, e apesar de não ser grave provoca muito incômodo e alguns cuidados devem ser tomados para que não se transforme em epidemia.

Geralmente compromete os dois olhos, não necessariamente ao mesmo tempo, sendo o contagio feito pelo contato direto com a pessoa doente ou objetos contaminados. Esta contaminação ocorre com maior facilidade em ambientes fechados como escolas, creches e ônibus.

Segundo o Ministério da Saúde, não há no Brasil um número oficial de casos por ano, já que a doença não é de notificação obrigatória, como ocorre com a dengue. Mas é importante ficar atento, porque, se não for prevenida, pode provocar uma epidemia e levar à ausência de pessoas no trabalho, na escola e em outros compromissos sociais.

A inflamação acontece com mais frequência durante o verão, mas são registrados casos em todas as épocas do ano. Piscinas não tratadas, lagos e a água do mar podem ser meios de transmissão, dependendo da contaminação da água. A secreção nos olhos funciona como um veículo para o contágio – por isso, essa costuma ser a fase mais preocupante.

As principais causas podem ser:

 

• Conjuntivite Infecciosa: é uma doença que pode ser transmissível de individuo a individuo, onde os olhos doem e lacrimejam um liquido amarelado. Esta é transmitida por vírus ou bactérias sendo contagiosa e atingindo qualquer idade. Afinal, a conjuntivite infecciosa é um tipo de conjuntivite transmitido por uma contaminação que se dá pelo ar, principalmente quando os ambientes são fechados e no compartilhamento de objetos de uso comum que podem estar contaminados. Lembrando que o contato direto com pessoas contaminadas é o principal fator para contaminar outras pessoas, geralmente que visam na mesma casa ou nos ambientes de trabalho e escolar.

• Conjuntivite Alérgica: atinge em geral os dois olhos em pessoas que sejam predispostas à algum tipo de alergia. Este tipo de conjuntivite não é contagioso, então não necessariamente passa de uma pessoa para outra ou de um olho para o outro. Essas conjuntivites alérgicas têm como sintomas a coceira excessiva nos olhos e pálpebras deixando os olhos vermelhos e uma secreção grudenta e clara. Esta, porém costuma ir e voltar em alguns pacientes, sendo necessário realizar um tratamento para a conjuntivite alérgica. É mais comum que este tipo de conjuntivite ocorra em regiões mais frias, normalmente tratadas com o uso de colírios.

• Conjuntivite Tóxica: geralmente é causada através do contato direto com algum agente tóxico. O que costuma causá-la é o contato com colírio medicamentoso, produtos de limpeza, fumaça de cigarro, poluentes industriais, shampoos, venenos agrícolas ou inseticidas. O individuo com a conjuntivite tóxica precisa lavar os olhos com água abundante e procurar um médico oftalmologista ou centro de saúde o mais rápido possível. Este tipo de conjuntivite apresenta um lacrimejamento aquoso e transparente e não costuma durar muitos dias, com exceção de agentes contaminadores muito fortes a ponto de estender o período da doença.
é causada por contato direto com algum agente tóxico, como colírios, produtos de limpeza, fumaça de cigarro, poluição do ar, sabão, sabonetes, spray, maquiagens, cloro e tintas para cabelo.

Sintomas de Conjuntivite: Um ou mais sintomas podem se combinar: sensação de areia, coceira, olhos vermelhos, fotofobia (sensibilidade à luz), inchaço nas pálpebras e secreção nos olhos.

Tratamento de Conjuntivite: O tratamento depende da causa. Medicamentos (pomadas ou colírios) podem ser recomendados para combater a infecção, aliviar os sintomas e o desconforto. Algumas recomendações podem ajudar:

• Lavar as mãos com frequência;
• Não colocar as mãos nos olhos para evitar a recontaminação;
• Evitar coçar os olhos para diminuir a irritação da região;
• Lavar as mãos antes e depois da aplicação do medicamento;
• Não encostar o frasco do medicamento nos olhos;
• Suspender o uso de lentes de contato.